Como esses santos homens que se apagam
Sussurando aos espíritos. "Que vão...",
Enquanto um dos amigos amargos
Dizem: "ainda respira"." E outros: não."
Nos desolvamos sem fazer ruído,
Sem tempestades de ais, sem rios de pranto,
Fora profanção nossa ao ouvido
Dos leigos descerrar todo este encanto.
O terremo traz terro e morte
E o que ele faz expõe toda esa gente,
Mas a trepidação do firmamento
Embora ainda maior, é inocente.
O amor desses amantes sublunares
( cuja almas é só sentidos) não resiste
Á ausência, que transforma em singulares
Os elementos em que ele consiste
Mas a nós ( por uma afeição tão alta,
Que nem sabemos do que seja feita,
Interssegurando o pensamento)
Mãos, olhos, lábios não nos fazem falta.
As duas almas que são ujma só
Embora deva ir, não sofrerão
Um rompimento, mas uma expansão,
Caomo ouro reduzido a aéreo pó
Se são duas,o são similarmente
As duas pernas do compasso:
Tua alma é a perna fixa e aparente
Inércia, mas se move a cada passo
Da outra, e se no centro quieta jaz,
Quando se distancia aquela,essa
Se inclina atentamente e vai-lhe atrás,
E se indireita quando regressa.
Assim serás pra mim que pareço
Como a outra perna obliquamente andar
Tua firmeza faz-me, circular,
Encontrar meu finalem meu começo.
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